Juno kelimesini Portekizce bir cümlede nasıl kullanacağınızı öğrenin. 38'den fazla özenle seçilmiş örnek.
Vêm ter à mesma gruta Dido e Eneias, logo abrindo o ritual a Terra Mãe e Juno, que preside aos casamentos. No céu, que é testemunha dessa união, fulguram fachos de relâmpagos, enquanto ninfas ululam nas montanhas hinos nupciais. Aquele dia foi a causa dos tormentos e da morte de Dido.
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Júpiter era de Juno não apenas irmão, mas também marido.
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Júpiter era irmão e marido de Juno.
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Juno era irmã e esposa de Júpiter.
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Juno era de Júpiter não apenas irmã, mas também esposa.
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Marte, filho de Júpiter e Juno, era o deus da guerra.
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Marte era filho de Júpiter e Juno.
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Juno honrou o Caranguejo colocando-o entre as estrelas.
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Juno passou a odiar Hércules.
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Juno honrou o Leão com a graça do céu.
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Pelos mares arrastado / e por terras estranhas, muito tempo / foi joguete dos deuses, instigados / pelo furor da rancorosa Juno.
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Existiu no passado uma cidade, / colônia tíria, no ultramar, defronte à Itália / e à dupla foz do Tibre: era Cartago, / empório próspero e potência militar, / na guerra sempre uma temível inimiga. / Dizem que Juno a preferia a todas / as outras terras, inclusive a própria Samos.
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Mal perdiam de vista as terras da Sicília / e em rumo do alto mar felizes velejavam – / brônzeas proas sulcando as ondas espumosas – / quando Juno, em seu peito conservando / incurável ferida, a si mesma dizia: / “Será preciso que da empresa começada / eu desista vencida, sem poder / da Itália o rei dos teucros afastar, / porque sou impedida pelos fados?"
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"Enquanto eu, que dos deuses sou rainha, / que, além de ser de Júpiter irmã, / esposa sou também, contra um só povo / me vejo a fazer guerra há tantos anos! / Depois disto quem pode haver disposto / a venerar de Juno a divindade, / ou com preces depor em seus altares / uma oferenda, um digno sacrifício?”
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Eis que vem, / toda humilde, rogar-lhe a deusa Juno: / “Ó Éolo (pois a ti o pai dos deuses / e rei dos homens deu a faculdade / de as ondas amansar e de encrespá-las / com o auxílio do vento), uma gente que odeio / no momento navega o mar Tirreno, / levando para a Itália Ílio vencida / e seus penates".
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Totalmente espalhada pelo mar, / vê a frota de Eneias: os troianos / vencidos, subjugados pelas vagas / e pelo céu, que, transformado em chuva, / parecia sobre eles desabar. / E não deixam de ser pelo irmão percebidas / as astúcias de Juno rancorosa.
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"E há mais, a cruel Juno, que hoje vive / com tanta inquietação atormentando / o céu, a terra e o mar, há de mudar / para melhor e proteger comigo / essa gente que um dia irá tornar-se / a célebre nação togada dos romanos, / conquistadores do universo inteiro: / assim me aprouve decidir".
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Havia um bosque / fresco e umbroso no centro da cidade, / onde os penos, batidos pelas vagas / e tempestades, logo que chegaram, / o presságio de Juno confirmaram, / de fogoso corcel desenterrando / a cabeça, sinal, conforme a deusa, / de que aquela nação seria incomparável / na guerra e rica pelos séculos afora.
Dido, a sidônia, estava ali construindo / imenso templo dedicado a Juno, / enriquecido pelas oferendas / feitas à deusa todo-poderosa; / no alto da escadaria, êneas soleiras; / umbrais também de bronze sustentavam / pesadas portas brônzeas, que rangiam / nos gonzos.
Pois Vênus teme a falsidade proverbial / desses tírios; consome-se em pensar, / dia e noite, no que pode fazer / a cruel Juno, protetora da cidade.
"De que maneira teu irmão Eneias / anda batido pelo mar, de praia em praia, / vítima do rancor da iníqua Juno, / tu não ignoras e já muitas vezes / compartilhaste nossa própria dor".
"Agora hospeda-o a fenícia Dido, / retendo-o com finezas e blandícias, / e eu não devo confiar nessa hospedagem, / que Juno patrocina; ela não vai / cruzar os braços em tais circunstâncias".
"Que não nos falte Baco, a fonte da alegria, / e que Juno propícia nos assista! / E vós, ó penos, celebrai com gosto / a realização deste festivo encontro!”
Após a proposição e a invocação, início comum dos poemas épicos, o poeta começa a narrativa no sétimo ano da expedição de seu herói, isto é, no momento em que Eneias, líder dos troianos, tendo partido da Sicília e velejando rumo à Itália, é assaltado por violenta tempestade, provocada por Éolo a instâncias de Juno, que continua a perseguir os habitantes de Troia, depois do desmoronamento de sua pátria, e quer impedir-lhes o estabelecimento na Itália, onde os fados anunciaram que eles serão os fundadores de poderoso império.
"Além, na entrada da cidade, espada à cinta, / qual duro comandante, ocupa a porta Ceia / Juno, chamando enfurecida, dos navios, / os batalhões de seus aliados gregos."
Já nos pórticos desertos / do santuário de Juno o execrável Ulisses / e Fênix, guardas escolhidos, tomam conta / do esplêndido butim.
Depois de longa estada no Epiro, o herói embarca e vai fundear a frota no litoral da Itália, onde, seguindo os conselhos de Heleno, primeiro faz um sacrifício à deusa Juno, a fim de apaziguar essa inimiga dos troianos.
Juno era a esposa de Júpiter.
“Sim, ó nascido de uma deusa, é manifesta / para mim a certeza de que vais / cruzando o mar sob os auspícios de altos numes: / os fados assim pauta o rei dos deuses, / alternâncias da sorte regulando; / e assim se vai cumprindo o teu destino. / Muito haveria de ser dito, porém pouco / adiantarei, a fim de que navegues / em segurança por tranquilos mares / e em porto itálico bem possas ancorar, / que o mais as Parcas de saber me impedem, / nem me permite revelar Satúrnia Juno."
"Além do mais, se alguma ciência tem Heleno, / se neste vate crês, se de verdades / o coração me inunda Apolo, quero dar-te, / filho de Vênus, um conselho, que entre todos / é sem dúvida o mais considerável / e não me cansarei de repetir: / seja o primeiro objeto do teu culto, / de Juno excelsa a divindade; com desvelo / dirige-lhe teus votos e conquista / com súplicas e dons a poderosa deusa, / e quando, finalmente, a tiveres propícia, / deixarás a Trinácria e irás à Itália."
De um véu frígio cobrimos a cabeça / ante os altares e, seguindo as instruções / de Heleno, que ele tanto enfatizara, / conforme o ritual oferecemos / a Juno de Argos os prescritos sacrifícios.
Hércules, um antigo herói grego celebrado por sua força sobre-humana, foi perseguido por toda a vida pelo ódio de Juno, a deusa do nascimento, do matrimônio e do cuidado, adorada pelos romanos como rainha dos deuses.
Lá erguia-se uma cidade, encarando a uma grande distância / as fozes do Tibre e a costa de Itália, / um povoado tírio de tempos idos, / rico em toda a fortuna e treinado para a dura tradição de guerra, / Cartago o nome, por Juno amado mais do que / todos os lugares, até Samos.
Juno, a rainha dos deuses, odiava Alcmena e quis matar Hércules ainda criança.
Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato, o centro de controlo de missões na Califórnia para este projeto da NASA, dizem que Juno vai trespassar as nuvens densas do gigante coberto de gás e proporcionar uma compreensão da sua origem e natureza, tanto do planeta como do nosso sistema solar.
Minha querida sra. Juno, Gregory é um daqueles homens terrivelmente devotados que deveriam ter dez esposas.
Ao irmão (Netuno) não passaram despercebidos os ardis de Juno.
Dido, a sidônia, estava ali construindo imenso templo dedicado a Juno, enriquecido pelas oferendas feitas à deusa todo-poderosa.