ventos kelimesini Portekizce bir cümlede nasıl kullanacağınızı öğrenin. 92'den fazla özenle seçilmiş örnek.
Eu acabei de terminar de ler O Morro dos Ventos Uivantes.
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Ventos fortes acompanharam a chuva.
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Os furacões são tempestades acompanhadas de ventos que podem viajar a 74 milhas por hora.
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A categoria de um furacão depende da velocidade de seus ventos.
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Os ventos de março e as chuvas de abril trazem depois as flores de maio.
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Quem semeia ventos, colhe tempestades.
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Bons ventos o levem!
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É preciso denunciar isso com nome e sobrenome, dizer aos quatro ventos: aqui houve um genocídio, um massacre. Desde o Vaticano também deveriam pedir perdão, já João Paulo II o fez do seu jeito. Mas a Europa também deveria fazer o mesmo; eles continuam falando do descobrimento.
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Aquietaram-se os ventos e começou a luzir o sol.
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Se uma longa seca ou ventos repentinos arrancam folhas emurchecentes, agradecemos ao vento e, purificados, adquirimos força mais fresca.
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Não é o mar que afunda o navio, senão os ventos.
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Não é o mar que afunda o navio, mas os ventos.
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Se longa seca ou ventos repentinos arrancam folhas emurchecentes, agradecemos ao vento e, repurificados, adquirimos força mais fresca.
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O telhado foi arrancado devido aos fortes ventos.
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Bons ventos a levem!
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Um dia, depois de subjugar os ventos, as ondas, as marés e a gravidade, utilizaremos para Deus as energias do amor, e então, pela segunda vez na história do mundo, o homem terá descoberto o fogo.
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Apito na boca, o árbitro sopra os ventos da fatalidade, confirmando ou anulando os gols.
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Que uma alegre fada dos ventos possa insuflar-vos vida, obras em versos!
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Concluí há pouco a leitura de O Morro dos Ventos Uivantes.
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Que ventos o trouxeram até aqui?
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A águia é a rainha dos ventos.
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Os navegadores enfrentavam correntes marinhas então desconhecidas, além do regime de ventos, que se alternava com regiões de calmaria.
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Pequenas e ágeis, as caravelas aproveitavam bem a força dos ventos e tornavam mais fáceis as manobras nas sinuosas costas e enseadas de rios.
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Eu adoro o som dos sinos dos ventos.
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Os ventos e as chuvas precipitam a queda dos frutos.
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A rosa dos ventos é uma representação esquemática dos pontos cardeais e dos ventos que lhe estão associados.
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Que bons ventos o trazem aqui?
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Os ventos que vêm do mar são úmidos.
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Nuvens e ventos e nada de chuva é quem promete mas não cumpre.
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Aqui sopram ventos desgarrados, carregados de saudade.
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Navio avariado todos os ventos atacam.
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Ali, numa caverna imensa, o rei / Éolo domina os ventos tumultuosos, / as ruidosas borrascas, e os mantém, / em sujeição contínua, prisioneiros.
Com tremendo ribombo da montanha, / os ventos rugem irritados, pressionando / as obstruídas portas da prisão. / Éolo, empunhando o cetro, está sentado / em levantado trono, as iras moderando / e os excitados ânimos contendo. / Não fosse ele, por certo os ventos impetuosos / levariam consigo águas, terras e o céu / profundo, dispersando-os pelo espaço.
"Os teus ventos enfurece, / aqueles barcos põe a pique ou despedaça, / e pelo mar espalha os corpos dos troianos".
Assim falando, volta a sua lança / na direção do cavo monte e empurra / a parede rochosa, e logo os ventos, / qual cerrado esquadrão, se precipitam / pela passagem que lhes é aberta / e em turbilhões as terras vão varrendo.
O Euro e o Zéfiro chama e assim lhes fala: / “É vossa origem que vos faz tão atrevidos? / Já ousais céus e terras confundir / e essas massas enormes soerguer / sem minha permissão, ó ventos loucos?"
"Ele é senhor dos formidáveis promontórios / em que habitais, ó Euro; pois naquele / palácio, que Éolo ostente o seu poder / e no cárcere reine onde enclausura os ventos."
Passa a noite, entretanto, o bom Eneias / ruminando as ideias mais diversas; / e, logo que aparece a benfazeja / luz da manhã, resolve ir explorar / aquela terra estranha: quer saber / a que plagas os ventos o trouxeram, / se essa região, que agora vê deserta e inculta, / é por seres humanos ou por feras / habitada; pretende o resultado / da busca referir aos companheiros.
"Por aqui vagamos – / sem saber nada do país, seus habitantes / ou seu clima – jogados nestes ermos / pela força dos ventos e do mar. / Hão de imolar-te nossas próprias mãos / em teus altares vítimas sem conta”.
Lá chegando, / e tendo sido autorizados a falar / à soberana, Ilioneu, que era o mais velho, / proferiu calmamente estas palavras: / “Ó rainha, a quem Júpiter concede / erguer nova cidade e impor das leis o freio / ao orgulho de indômitas nações, / atende aos rogos dos troianos infelizes, / que os mares cruzam à mercê dos ventos: / livra do incêndio criminoso nossas naves, / poupa este povo ordeiro e de bom coração, / e com carinho estuda nossa causa".
"Que nos seja / permitido varar a frota fraturada / pelos ventos, cortar em vossos bosques / madeira para as quilhas, para os remos, / a fim de que – se a Itália nos espera / e se recuperarmos companheiros / e nosso príncipe – felizes retomemos / a rota que traçamos para o Lácio".
Ofendido pelo fato de em seus domínios ter sido possível desencadear-se uma tempestade sem suas ordens, Netuno vem acalmá-la e manda os ventos de volta para suas prisões.
"Nós julgamos que houvessem abalado / para Micenas – que bons ventos os levassem!"
'Preocupados, Eurípilo mandamos / o oráculo de Febo consultar, / e do santuário chega a sombria resposta: / "Com sangue os ventos propiciastes imolando, / ó gregos, uma virgem, quando viestes / às praias de Ílio; sangue a volta agora exige, / com sacrifício de outra vida grega... "'
Tal o embate dos ventos na tormenta / desencadeada: o Noto, o Zéfiro e, exultante, / o Euro, puxado por corcéis da Aurora; / ruge açoitada a mata e Nereu, numa nuvem / de espuma, se embravece e, brandindo o tridente, / desde a mor profundeza agita o mar.
Logo um fogo voraz, dos ventos atiçado, / turbilhonando, em labaredas chega aos tetos, / vai além e raivoso cresta os ares.
Solo sagrado existe em pleno oceano, / gratíssimo a Netuno Egeu e a Dóris, / mãe das Nereidas; ilha errante fora outrora, / indo entre costa e costa ao sabor da corrente, / até que Apolo, o deus do arco de prata, / por filial devoção prendê-la a Giara / decidisse e à alta Míconos, de modo / que ela habitada enfim pudesse rir dos ventos.
"Ânimo, pois, vamos seguir a rota / que os deuses nos indicam. Propiciemos / os ventos e partamos para o reino / de Cnossos, que daqui não fica longe; / se nos assiste Júpiter, a frota / em três dias fundeia em litoral cretense.”
"Vogando os mares, demandais a Itália; / os ventos propiciando, à Itália chegareis, / ser-vos-á concedido em seus portos entrar."
Os austros o velame logo enfunam / e céleres vogamos pelas ondas / espumosas, seguindo a rota que nos traçam / tanto o piloto quanto os próprios ventos.
"Mas, e tu, que bons ventos do destino / dirigiram teu curso, sem o saberes, / às nossas praias, que divino ser te trouxe?"
Quais são as causas dos ventos?
A três milhas de distância, havia um arco de montanhas que por três lados protegia a cidade contra os ventos.
"Não te importes – embora os companheiros / pela demora possam censurar-te / e ventos favoráveis se disponham / a no alto mar as velas enfunar-te, / atendendo ao premente apelo da viagem – / de perder algum tempo ali: vai procurar / a profetisa e seus oráculos lhe pede, / rogando os anuncie de viva voz."
Nem bem a Noite, conduzida pelas Horas, / à metade chegara de seu curso, / quando salta do leito Palinuro / e diligente estuda os ventos um a um, / com apurado ouvido as vozes lhes captando; / observa os astros, que declinam no silêncio / do céu: passa de Arcturo às Híades chuvosas / e das Ursas a Orion do arco e do alfanje de ouro.
Então meu pai Anquises / cinge de uma grinalda grande taça, / enche-a de vinho puro e invoca os deuses, / de pé no alto da popa: “Grandes numes, / que poder tendes sobre o mar e a terra, / ó senhores do tempo, concedei-nos / ventos propícios e feliz navegação!”
Dito e feito. De pronto Palinuro / vira a bombordo a rangedora proa, / e o restante da frota à esquerda se mareia, / à ação dos ventos a dos remos se somando.
Enquanto o sol se põe e os ventos esmorecem, / sem conhecer bem nossa rota, fatigados, / arribamos à costa dos Ciclopes.
Ao abrigo dos ventos, amplo e calmo / é o porto, porém perto com terríveis / erupções o Etna atroa: ora expelindo / para o alto borbotões de fumegantes nuvens / de negro piche e cinza incandescente, / ou flâmeos globos que às estrelas sobem, / ora as pétreas entranhas da montanha, / com violência arrancadas, disparando, / e vomitando a lava estuante que no peito / do vulcão geme e à boca surge em rubras ondas.
Uma cadeia de montanhas protege o vale dos ventos do norte.
A primavera no norte envia ventos fortes para varrer as estradas.
Lemos "O Morro dos Ventos Uivantes" no curso de Inglês na escola secundária.
Os ventos estão a murmurar, prontos para se exaltarem.
Já não é novidade que, a 20 de abril, a explosão catastrófica de uma plataforma petrolífera fez borbulhar até à superfície um jorro submarino de crude no Golfo do México, ao largo do Luisiana. Ou que os ventos, as marés e a passagem do tempo frustraram os esforços para conter uma mancha do tamanho do Chipre, espalhando bocados de gosma emulsionada até às margens dos pântanos e baías delicados da paróquia de Plaquemines e até às ilhas-barreira de Chandeleur.
Os meteorologistas dizem que Laura continua a trazer ventos destrutivos e chuvas torrenciais à medida que se desloca para o interior sobre o oeste e centro da Luisiana.
Os polos são lugares estranhos e belos, onde o sol se move lateralmente, as noites duram meses e os ventos gelados deixam cicatrizes na paisagem.
Os ventos precipitam-se por onde lhes é dada passagem.
Doriano, com ventos de categoria 1 de 140 quilómetros por hora, poupou em grande parte o território americano de Porto Rico nas Caraíbas, mas está a ganhar força à medida que continua numa rota para noroeste, sobre as águas abertas e quentes do Atlântico, num percurso previsto em direção ao continente americano.
Mas apesar de toda a beleza bucólica circundante, os agricultores e pequenos proprietários no norte do Lácio, bem como em grande parte da Itália rural, estão a ficar alarmados face a um clima cada vez mais inconstante com chuvas erráticas, geadas primaveris, ventos tempestuosos e secas estivais.
Zhou Jinfeng, um perito conservacionista residente em Pequim, disse à Imprensa Associada que a tempestade de areia foi causada por ventos fortes vindos da Mongólia e da Mongólia Interior que sopraram as partículas finas do deserto para a capital durante a noite, deixando o ar com uma cor amarela nebulosa.
O arqueamento em cabos elétricos, causado por ventos fortes, desencadeou vários fogos florestais.
Eles publicaram um vídeo no Facebook que mostra um observador meteorológico a esvaziar um jarro de água a ferver para o ar, onde esta se transformou imediatamente em neve devido aos ventos frígidos e poderosos.
Uma vasta confusão de som voa até à minha janela e, acima de tudo, está o imenso assobio de ventos não vistos nem sentidos.
O ar aumentou em transparência com o lapso de minutos, até os pontos de topázio provarem ser os cata-ventos, janelas, telhas molhadas e outras partes brilhantes nos pináculos, cúpulas, pedra de cantaria e contornos variados que foram revelados tenuemente.
Esta visão completa da forma como o calor circula na atmosfera de Saturno permite aos cientistas compreender melhor como é que estas correntes elétricas aurorais impulsionam os ventos e distribuem energia pelo planeta e porque é que a atmosfera superior é duas vezes mais quente do que as temperaturas que seriam de esperar apenas com o calor do Sol.
A indústria petrolífera ainda está a recuperar das ondas de 15 metros e dos ventos de 265 quilómetros por hora do furacão Ivan, que danificou dezenas de torres de perfuração petrolífera e unidades de produção ao longo da Costa do Golfo dos Estados Unidos.
O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos informou na quarta-feira que o furacão Delta chegou a terra ao longo da costa nordeste da Península do Iucatão, no México, com ventos máximos contínuos de 175 quilómetros por hora.
O Centro Nacional de Furacões em Miami disse no seu último boletim, no domingo, que os ventos do Ofélia diminuíram para 175 quilómetros por hora e que este está a deslocar-se para norte-nordeste em direção ao Cabo Race, na Terra Nova, no Canadá.
Assim que a tempestade atinge o seu auge, os ventos começam a amainar e o céu começa a clarear.
A Via Láctea é a galáxia espiral que habitamos e é uma de milhares de milhões de vastas formações semelhantes a cata-ventos espalhadas pelo Universo, cada uma contendo centenas de milhares de milhões de estrelas.
De horizonte a horizonte, em todas as direções, céus azul-acinzentados descendem a uma paisagem plana, cinzenta e monocromática que só é perturbada por ventos fortes e nuvens.
Também é sabido que a neve pode influenciar o movimento das ondas sonoras. Quando há neve recente no solo, a superfície da neve absorve as ondas sonoras. No entanto, a neve pode tornar-se dura e plana à medida que envelhece ou se tiver havido ventos fortes. Nesse caso, a superfície da neve ajuda a refletir as ondas sonoras. Assim, os sons podem parecer mais claros e podem viajar mais longe.
Os ventos estratosféricos podem também influenciar o tráfego aéreo comercial. Muitos aviões voam a grandes altitudes para reduzir o consumo de combustível.
O eixo de Úrano é tão inclinado que o planeta gira de lado. Por causa disso, os seus polos por vezes apontam quase diretamente para o Sol. A atmosfera de Úrano é composta de hidrogénio, hélio e metano. A temperatura da atmosfera superior é muito fria. O gás frio de metano é o que dá a Úrano a sua cor azul-esverdeada. A rápida rotação de Úrano faz com que ventos de até 600 quilómetros por hora soprem na sua atmosfera. Sabe-se que Úrano tem onze anéis que contêm partículas escuras do tamanho de pedregulhos. Úrano tem 27 luas com nome. Algumas destas luas têm menos de 100 quilómetros de diâmetro e são pretas como o carvão.
Equipas de bombeiros exaustas no Texas e Oclaoma estão a lutar contra incêndios naturais que se têm alastrado pelas planícies do sul nos últimos dias, destruindo muitas casas e outros edifícios, bem como árvores e ervas. Os incêndios estão a ser auxiliados por ventos fortes e pelas condições secas, não havendo previsão de abrandamento.
Os ventos varrem as florestas.
Franklin era extremamente conhecedor de botânica, geologia e astronomia, e desenvolveu várias hipóteses perspicazes sobre os padrões meteorológicos mundiais, as alterações climáticas, a formação de tornados e a relação entre os ventos e a rotação da Terra.
Que bons ventos o tragam. Ele é muito bem-vindo.
Quem semeia ventos colhe tempestades.
Ali, numa caverna imensa, o rei Éolo domina os ventos tumultuosos, as ruidosas borrascas, e os mantém, em sujeição constante, prisioneiros.
Enfurece os teus ventos, põe a pique aqueles barcos, ou os despedaça, e pelo mar espalha os corpos dos troianos.
O marinheiro conta histórias sobre os ventos, o lavrador sobre os bois.