Learn how to use faraó in a portugués sentence. Over 100 hand-picked examples.
O túmulo de Nefertari, a primeira mulher do faraó Ramsés II, sofreu processo de restauração.
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Ramsés II foi um faraó egípcio.
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O povo egípcio, na época de sua grandeza, formava como que uma só pessoa, em que a casta sacerdotal era o pensamento, o Faraó era a vontade, o povo — o corpo, e a obediência — o cimento.
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O faraó administrava o reino com a ajuda de um exército permanente e uma milícia, ou polícia, e numerosos funcionários, a partir dos quais se foi gradualmente formando a aristocracia hereditária.
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Em teoria, o faraó era legislador, juiz supremo, sumo pontífice, filho divino e até um deus.
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O faraó recebia honras divinas, tanto do povo quanto dos funcionários, e às vezes chegava até a construir para si altares e a queimar incenso diante de seus próprios retratos.
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Com bastante frequência, o faraó fazia generosas ofertas aos deuses e construía templos; então ele vivia muito tempo e seu nome e seus retratos, gravados em túmulos, eram glorificados por uma geração após a outra.
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O faraó mordeu os lábios, mas concordou.
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Os membros do conselho concordaram em que a decisão do faraó era boa.
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Meus conselheiros militares — continuou o faraó — acabam de me contar sobre vosso trabalho e sensatez.
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Não é permitido a ninguém rir dos títulos do Faraó!
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Mas quando o faraó anunciou sua intenção de ir para o jardim, eles não protestaram.
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Ramses II foi um faraó egípcio.
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Quando os altos funcionários do Faraó a viram, apressaram-se a gabá-la perante ele, e a mulher foi levada para o palácio real.
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Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
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O Faraó mandou chamar Abrão e lhe disse: "Por que me fizeste isto? Por que não me revelaste que ela era tua mulher?"
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E o Faraó deu ordens a seus homens que o despachassem com a mulher e tudo o que possuía.
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Enquanto isso, no Egito, os midianitas venderam José a Putifar, um eunuco que era chefe da guarda pessoal do Faraó.
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José fora portanto levado para o Egito. O egípcio Putifar, eunuco do Faraó e comandante dos guardas do palácio, comprou José dos ismaelitas que o tinham levado para lá.
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O faraó ficou furioso com os dois e mandou que fossem postos na cadeia que ficava na casa do capitão da guarda, no mesmo lugar onde José estava preso.
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Então o chefe dos copeiros contou o seu sonho. Ele disse: Em meu sonho vi diante de mim uma videira com três sarmentos. Assim que as folhas brotavam, apareciam as flores, e estas viravam uvas maduras. Eu estava segurando a taça do faraó; espremia as uvas na taça e a entregava ao faraó.
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Disse-lhe José: A interpretação é a seguinte: os três sarmentos são três dias. Daqui a três dias o faraó te reabilitará, reconduzindo-te a teu cargo, e servirás vinho ao faraó, como o fazias antes.
Mas lembra-te de mim quando as coisas te correrem bem, e faze-me o favor de me recomendar ao faraó, ajudando-me assim a sair desta prisão. A verdade é que fui trazido à força da terra dos hebreus, e também aqui nada fiz para ser jogado neste calabouço.
Ouvindo o padeiro-mor essa interpretação favorável, disse a José: Eu também tive um sonho. Sonhei que estava carregando sobre a cabeça três cestas de pão branco. Na cesta de cima, havia toda sorte de gulodices preparadas pelos padeiros para o faraó, e as aves vinham comer dessas comidas.
José explicou assim: Teu sonho quer dizer o seguinte: as três cestas representam três dias. Daqui a três dias, portanto, o faraó vai mandar decapitar-te e pregar-te numa cruz, para que as aves de rapina comam tuas carnes.
Três dias depois era o aniversário do faraó, e ele ofereceu um banquete a todos os seus servidores. Na presença deles reapresentou o chefe dos copeiros e o padeiro-mor; restaurou à sua posição o chefe dos copeiros, de modo que ele voltou a ser aquele que servia a taça do faraó, mas ao chefe dos padeiros mandou decapitar, como José lhes dissera em sua interpretação.
Passados dois anos, o faraó teve um sonho: Ele se achava às margens do rio Nilo, quando saíram do rio sete vacas belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos.
Nisso o faraó acordou. Mas tornou a adormecer e teve outro sonho.
Então o faraó acordou e viu que tinha sido um sonho.
De manhã, com o espírito conturbado, o faraó mandou chamar todos os magos e todos os sábios do Egito e lhes contou os sonhos que tivera, mas ninguém foi capaz de interpretá-los.
Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: Chegou a hora de confessar um erro que cometi.
Um dia o faraó ficou com raiva de mim e do padeiro-mor e nos mandou para a cadeia, na casa do capitão da guarda. Na mesma noite, cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha um significado diferente.
Então o faraó mandou chamar José, e foram depressa tirá-lo da cadeia. Ele fez a barba, trocou de roupa e se apresentou diante do faraó.
O faraó disse a José: Eu tive um sonho que ninguém consegue interpretar. E ouvi dizer que és muito hábil na interpretação de sonhos.
Respondeu-lhe José: Quem sou eu! É Deus quem dará uma resposta para o bem do faraó.
Então o faraó contou a José: Em meu sonho eu estava em pé, às margens do Nilo, quando saíram do rio sete vacas, bonitas e bem cevadas, que começaram a pastar entre os juncos.
"O faraó teve um único sonho", disse-lhe José. "Deus revelou ao faraó o que Ele vai fazer".
As sete vacas magras e feias que surgiram depois das outras, e as sete espigas mirradas, queimadas pelo vento quente do deserto, são sete anos em que vai faltar comida. É exatamente como eu disse: Deus te mostrou, ó faraó, o que Ele vai fazer. Sete anos de muita fartura estão para vir sobre toda a terra do Egito, mas depois virão sete anos de fome. E a fome será tão terrível, que ninguém lembrará do tempo em que houve muito alimento no Egito.
Escolha agora o faraó um homem inteligente e sábio e o ponha para administrar o país. O faraó também deve nomear supervisores, que ficarão encarregados de viajar por todo o país para recolher um quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura. Durante os anos bons que estão chegando, esses homens ajuntarão todo o trigo que puderem e o armazenarão nas cidades, sendo tudo controlado pelo faraó. Assim, o mantimento servirá para abastecer o país durante os sete anos de fome que se abaterão sobre a terra do Egito, a fim de que o povo não pereça de inanição.
O plano pareceu bom ao faraó e a todos os seus conselheiros.
E o faraó disse a seus ministros: Será que vamos achar alguém como este homem, tão dotado assim do espírito de Deus?
Disse, pois, o faraó a José: Deus te revelou tudo isso, e assim está claro que não há ninguém que tenha mais capacidade e sabedoria do que tu.
Ficarás encarregado do meu palácio, e todo o meu povo obedecerá às tuas ordens. Só eu terei mais autoridade do que tu, pois sou o faraó.
Então o faraó tirou do dedo o seu anel-sinete e o colocou no dedo de José. Em seguida mandou vesti-lo com roupas de linho fino e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro.
Disse ainda o faraó a José: Eu sou o faraó, mas sem tua permissão ninguém poderá fazer nada em todo o território do Egito.
O faraó deu a José o nome de Safanet-Fanec, e lhe deu como esposa Asenet, filha de Putífar, sacerdote de Heliópolis.
José tinha trinta anos quando se pôs a serviço do faraó, o rei do Egito. Despedindo-se do faraó, ele saiu a percorrer o Egito em todas as direções.
E quando também o Egito começou a sofrer com a fome, o povo se pôs a clamar por comida ao faraó, e este respondia à população: Ide a José e fazei o que ele vos disser.
Mas vou pôr-vos à prova quanto a isso. Juro pela vida do faraó que não saireis daqui enquanto o vosso irmão mais moço não vier para cá.
Mandai um de vós buscar vosso irmão; os demais ficam aqui presos. Assim poderá ser verificado se vossas palavras são verdadeiras ou não. Se não forem, pela vida do faraó, sois mesmo espiões.
Então Judá, aproximando-se dele, disse: Perdão, meu senhor! Permite a teu servo falar com toda a franqueza, sem que se acenda contra teu servo a tua cólera. Afinal, tu és comparável ao próprio faraó.
E ele se pôs a chorar tão alto que os egípcios o ouviram, e a notícia chegou ao palácio do faraó.
Não fostes vós, portanto, que me enviastes para cá, mas sim o próprio Deus, que me pôs como o mais alto ministro do faraó. Eu tomo conta do palácio real e sou o governador de todo o Egito.
A notícia de que os irmãos de José tinham vindo chegou ao palácio real, e tanto o faraó quanto seus oficiais viram isso com bons olhos.
E o faraó disse a José: Dize a teus irmãos que carreguem os animais e retornem à terra de Canaã, a fim de trazerem para o Egito o pai e as famílias deles. Eu lhes darei as terras mais férteis deste país, e eles comerão o que de melhor aqui se produz.
Assim fizeram os filhos de Israel. José lhes providenciou carruagens, conforme a ordem do faraó, e também provisões para a viagem.
Então Jacó partiu de Bersabeia. Os filhos de Israel puseram o pai Jacó, as crianças e as mulheres nos carros que o faraó enviara para os transportar. Eles tomaram seus rebanhos e tudo o que tinham adquirido na terra de Canaã e vieram para o Egito, Jacó e com ele todos os seus descendentes: filhos e filhas, netos e netas.
Depois José disse a seus irmãos e a toda a família de seu pai: Vou falar com o faraó e dar-lhe a notícia de que meus irmãos e toda a família de meu pai, que viviam em Canaã, vieram para cá.
Vou dizer ao faraó que sois criadores de ovelhas e cabras e cuidais de gado. Direi que trouxestes vossas ovelhas, o gado e tudo quanto vos pertence.
Quando o faraó mandar chamar-vos e perguntar em que trabalhais, devereis dizer que a vida inteira tendes sido criadores de ovelhas, como o foram vossos antepassados. Assim, podereis ficar morando na região de Gessen, pois os egípcios detestam os pastores de ovelhas.
Então José foi dar a notícia ao faraó. Ele disse: Meu pai e meus irmãos vieram da terra de Canaã, com suas ovelhas e cabras, seu gado e tudo o que lhes pertence. Estão agora na região de Gessen.
Depois levou cinco dos seus irmãos e os apresentou ao faraó. E o faraó lhes perguntou: "Qual é vossa ocupação?" Eles responderam: "Senhor, nós somos criadores de ovelhas, como foram os nossos antepassados".
O faraó disse a José: Teu pai e teus irmãos vieram a ti. Tens à disposição o país do Egito. Instala teu pai e irmãos na melhor parte do país: que habitem na terra de Gessen. E, se em tua opinião houver entre eles homens capazes, põe-nos como chefes dos que cuidam do meu gado.
José mandou vir seu pai Jacó e apresentou-o ao Faraó. Jacó abençoou o Faraó, e este lhe disse: "Quantos anos tens?" Jacó respondeu: "Já estou com cento e trinta anos de idade e sempre tenho andado de um lado para outro. Minha vida tem passado rapidamente, e muitos anos foram difíceis. Mas eu ainda não vivi tanto quanto viveram os meus antepassados, que também fizeram muitas peregrinações".
E Jacó tornou a abençoar o faraó e retirou-se.
José instalou seu pai e seus irmãos e deu-lhes propriedade na melhor parte das terras do Egito, no distrito de Ramsés, como havia determinado o faraó. Providenciou também sustento para seu pai, para seus irmãos e para toda a sua família, de acordo com o número de filhos de cada um.
Não deixes que morramos e que nossas terras se esterilizem diante de teus olhos! Compra-nos, e compra nossas terras, em troca de alimentos. Nós seremos escravos do faraó, e ele será dono das terras. Dá-nos mantimentos para que possamos sobreviver e também sementes para plantarmos, não permitindo que a terra se torne um deserto.
E José adquiriu para o faraó todas as terras do Egito, porquanto, compelidos pela fome, os egípcios venderam cada um seu campo. Assim, a terra ficou sendo propriedade do faraó. Quanto ao povo, José o reduziu à servidão do faraó, de um extremo ao outro do território do Egito.
José só não comprou as terras dos sacerdotes, porque, por lei, esses recebiam sustento regular do faraó, e disso viviam. Por isso, não tiveram de vender suas terras.
Então José disse ao povo: Agora, portanto, eu vos comprei para o faraó, com vossos terrenos. Aqui tendes sementes para cultivardes a terra. Do que colherdes, dareis a quinta parte ao faraó. As outras quatro partes serão vossas, para a semeadura do campo e para sustento vosso, de vossos filhos e de vossas famílias.
Eles responderam: Tu nos salvaste a vida! Que alcancemos teu favor, e nos tornaremos servos do faraó.
José fez que se convertesse em lei, que vigora até hoje, a determinação de pagar-se como tributo devido ao faraó um quinto da produção agrícola em todo o Egito, isentando-se de tal imposto apenas as terras dos sacerdotes.
Passado o tempo do luto, José falou com os altos funcionários do faraó: Fazei o favor de levar ao faraó a seguinte mensagem: "Quando meu pai estava para morrer, ele me fez jurar que eu o sepultaria no túmulo que ele mesmo preparou no país de Canaã. Por favor, deixa-me ir sepultar meu pai, que depois eu voltarei".
O faraó respondeu: Vai e sepulta teu pai, conforme ele te fez jurar que farias.
E assim José foi sepultar seu pai. Com ele foram as autoridades ligadas ao faraó, os altos funcionários do palácio e todos os líderes do Egito. Foram também as famílias de José, dos seus irmãos e de Jacó. Somente as crianças, as ovelhas e os bois foram deixados em Gessen.
Por isso os egípcios criaram feitores para oprimir os israelitas com trabalhos pesados. E assim foram construídas para o faraó as cidades-celeiros de Pitom e Ramsés.
Certo dia, entretanto, ordenou o faraó a todo o seu povo: A todos os meninos que nascerem aos hebreus, lançareis no Nilo, mas a todas as meninas deixareis viver.
Eis que a filha do Faraó descia para lavar-se no rio, enquanto as suas servas passeavam próximo à margem.
Então a irmã do menino aproximou-se e sugeriu à filha do faraó: Queres que eu vá chamar uma ama de leite entre as mulheres hebreias para criar esta criança?
"Sim, vai", respondeu-lhe prontamente a filha do faraó. E a moça foi chamar a mãe do menino.
A filha do faraó disse à mulher: "Leva este menino e amamenta-o para mim, que eu te pagarei". A mulher levou o menino e o criou.
Tendo o menino crescido, ela o levou à filha do faraó, que o adotou e lhe deu o nome de Moisés, justificando: Eu o tirei das águas.
Quando o faraó soube do acontecido, procurou matar Moisés, porém ele fugiu e foi morar na terra de Madiã.
E agora vai, que eu te envio ao faraó para tirar do Egito o meu povo, os israelitas.
Moisés disse a Deus: Mas quem sou eu para ir falar com o faraó e tirar do Egito o povo de Israel?
Disse mais o Senhor a Moisés: Eu te dei o poder de obrar muitos milagres. Quando voltares para o Egito, deverás estar pronto para executá-los diante do faraó. Mas eu vou fazer com que ele obstinadamente se negue a permitir que o povo de Israel saia daquela terra.
Depois Moisés e Aarão apresentaram-se ao faraó e lhe disseram: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Deixa partir o meu povo, para que me faça uma festa no deserto.
Mas o faraó respondeu: E quem é o Senhor? Por que deveria eu obedecer-lhe, deixando Israel sair daqui? Não conheço o Senhor, nem deixarei Israel partir.
E acrescentou o faraó: Agora que há tantos israelitas no país, vós quereis que eles deixem de trabalhar?
Naquele mesmo dia o faraó deu aos capatazes e aos chefes de turmas a seguinte ordem: Daqui em diante não mais fornecereis palha ao povo para fazer tijolos. Eles que tratem de ajuntar para si a palha.
Então os capatazes e os chefes de turmas foram transmitir ao povo o seguinte: O faraó disse que não vai mais fornecer-vos palha. Ele manda que ajunteis palha onde a puderdes achar. Mas tereis de continuar fazendo a mesma quantidade de tijolos.
Então os israelitas chefes de turmas foram se queixar ao faraó: Por que tratas os teus servos dessa maneira?
Mas o faraó respondeu: Sois mesmo uns preguiçosos e não quereis trabalhar. Por isso andais a pedir-me que vos deixe ir oferecer sacrifícios ao vosso deus.
Ao saírem do palácio do faraó, encontraram-se com Moisés e Aarão, que estavam à espera deles, e lhes disseram: Que o Senhor vos examine e julgue! Vós atraístes o ódio do faraó e dos seus conselheiros sobre nós, e lhes puseram nas mãos uma espada para que nos matem.
Moisés voltou-se para o Senhor e perguntou: Senhor, por que tratas tão mal este povo? Afinal, para que foi que me enviaste? Desde que me dirigi ao faraó para falar em teu nome, ele tem maltratado o povo, e tu nada fazes para libertá-lo.
Então o Senhor disse a Moisés: Agora verás o que vou fazer ao faraó. Eu vou obrigá-lo a deixar que meu povo vá embora. Sim, eu o forçarei a expulsar os israelitas do seu país.
Moisés tinha oitenta anos de idade, e Aarão oitenta e três, quando falaram com o faraó.
Disse o Senhor a Moisés e a Aarão: Se o faraó mandar que façais algum prodígio, tu, Moisés, dirás a Aarão que pegue o bastão e o jogue no chão diante do rei. O bastão se transformará numa cobra.
Moisés e Aarão se apresentaram ao faraó e fizeram como o Senhor tinha mandado. Aarão jogou o bastão diante do faraó e seus ministros, e o bastão se transformou em serpente.
Então o faraó mandou vir os sábios e os mágicos, e com a sua mágica eles fizeram a mesma coisa. Cada um deles jogou a sua vara de mágico no chão, e elas se transformaram em cobras. Mas o bastão de Aarão engoliu as varas de mágico deles.